O tratamento da paralisia diafragmática começa com uma avaliação abrangente da saúde geral do paciente, do quanto a dispneia afeta sua qualidade de vida e de quaisquer causas subjacentes da paralisia. Se uma causa primária que leva à paralisia for identificada, o tratamento se concentra principalmente em eliminar essa causa. Para a paralisia diafragmática unilateral, pode ser aplicada a plicatura diafragmática (apertamento cirúrgico da cúpula diafragmática). Em casos de paralisia diafragmática bilateral, se os resultados da EMG do nervo frênico indicarem que os nervos estão intactos, a terapia de marca-passo diafragmático pode ser considerada. Neste método, geralmente dois eletrodos são colocados em cada diafragma. Esses eletrodos são conduzidos para fora da região abdominal e conectados a um dispositivo estimulador. O dispositivo envia impulsos elétricos aos músculos do diafragma em intervalos definidos, fazendo com que se contraiam e, assim, participem mecanicamente da respiração. Para pacientes que não obtêm suporte respiratório suficiente apesar de todas as intervenções cirúrgicas, o suporte de um ventilador mecânico pode ser necessário para manter a respiração.