A doença de Alzheimer é um transtorno neurodegenerativo caracterizado pela perda progressiva de células nervosas, desencadeada pelo acúmulo anormal de proteínas beta-amiloide e tau nas células cerebrais. Essa condição resulta em perda de memória, demência e um declínio significativo na capacidade de realizar as atividades da vida diária. A doença afeta principalmente as áreas do cérebro associadas à aprendizagem, pensamento e memorização, levando a graves comprometimentos cognitivos.

Nos estágios avançados da doença, observa-se uma atrofia significativa do tecido cerebral e morte celular generalizada. Esse processo faz com que os indivíduos percam completamente sua independência e experimentem sérias dificuldades em manter as funções fisiológicas básicas.

Os primeiros sintomas do Alzheimer geralmente se manifestam como esquecimento, o que pode incluir dificuldade em recordar eventos recentes, informações recém-aprendidas ou conversas, esquecer os nomes de lugares e objetos, ou guardar itens em locais incomuns. À medida que a doença progride, surgem sintomas cognitivos e comportamentais mais pronunciados, como má tomada de decisões, mudanças de personalidade (por exemplo, agressividade) e a perda da capacidade de realizar tarefas diárias básicas como tomar banho.