Na mamografia por tomossíntese, a mama a ser examinada é posicionada entre as placas do dispositivo de tomossíntese. A compressão é aplicada para garantir a imobilidade da mama, otimizando tanto a qualidade da imagem quanto o conforto da paciente. O tubo de raios-X move-se em arco ao redor da mama, capturando de 11 a 15 imagens de raios-X de baixa dose em pequenos intervalos angulares dentro de aproximadamente 7 segundos. Essas imagens digitais são então processadas usando software especializado para criar reconstruções tridimensionais (3D) de alta resolução da mama com intervalos de corte de 1 mm.