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A aférese é um método que envolve a separação do sangue em seus componentes para remover células ou substâncias específicas do corpo para fins terapêuticos. Este procedimento é utilizado em inúmeras condições, como doenças autoimunes, cânceres, doenças renais e diversos distúrbios sanguíneos. A aférese tem o potencial de retardar a progressão de doenças existentes, aliviar os sintomas e apoiar os processos de tratamento.
As principais doenças que podem ser tratadas ou gerenciadas com aférese incluem:
* Doenças Autoimunes: Em condições autoimunes como lúpus, esclerose múltipla (EM) e síndrome de Guillain-Barré, o corpo ataca suas próprias células, produzindo anticorpos nocivos. A aférese visa remover eficazmente esses anticorpos do sangue, aliviando assim os sintomas e interrompendo a progressão da doença.
* Cânceres do Sangue: Em cânceres do sangue como leucemia e linfoma, o método de leucaferese pode controlar o aumento excessivo da contagem de glóbulos brancos. A aférese, utilizada em conjunto com quimioterapia ou outros tratamentos, visa reduzir a carga de células cancerosas.
* Policitemia: Na policitemia, caracterizada por uma superprodução de glóbulos vermelhos, o procedimento de eritrocitaférese remove o excesso de glóbulos vermelhos do corpo. Isso previne o espessamento do sangue e mitiga problemas circulatórios.
* Trombocitose: A trombocitose, que envolve uma contagem excessivamente alta de plaquetas no sangue, aumenta o risco de formação de coágulos sanguíneos. A aférese remove o excesso de plaquetas do sangue, reduzindo assim o risco de formação de coágulos.
* Transplante de Órgãos: A aférese, aplicada antes e depois do transplante de órgãos, limpa anticorpos nocivos do corpo do receptor, minimizando o risco de rejeição do órgão. Esse efeito é particularmente crucial em transplantes de rim e fígado.
* Síndrome Nefrótica: Na síndrome nefrótica e doenças renais semelhantes, a aférese ajuda a remover proteínas nocivas do sangue que causam danos aos rins. Essa abordagem auxilia no retardamento da progressão da doença e na preservação das funções renais.
Quais doenças a aférese trata?
As principais doenças que podem ser tratadas ou gerenciadas com aférese incluem:
* Doenças Autoimunes: Em condições autoimunes como lúpus, esclerose múltipla (EM) e síndrome de Guillain-Barré, o corpo ataca suas próprias células, produzindo anticorpos nocivos. A aférese visa remover eficazmente esses anticorpos do sangue, aliviando assim os sintomas e interrompendo a progressão da doença.
* Cânceres do Sangue: Em cânceres do sangue como leucemia e linfoma, o método de leucaferese pode controlar o aumento excessivo da contagem de glóbulos brancos. A aférese, utilizada em conjunto com quimioterapia ou outros tratamentos, visa reduzir a carga de células cancerosas.
* Policitemia: Na policitemia, caracterizada por uma superprodução de glóbulos vermelhos, o procedimento de eritrocitaférese remove o excesso de glóbulos vermelhos do corpo. Isso previne o espessamento do sangue e mitiga problemas circulatórios.
* Trombocitose: A trombocitose, que envolve uma contagem excessivamente alta de plaquetas no sangue, aumenta o risco de formação de coágulos sanguíneos. A aférese remove o excesso de plaquetas do sangue, reduzindo assim o risco de formação de coágulos.
* Transplante de Órgãos: A aférese, aplicada antes e depois do transplante de órgãos, limpa anticorpos nocivos do corpo do receptor, minimizando o risco de rejeição do órgão. Esse efeito é particularmente crucial em transplantes de rim e fígado.
* Síndrome Nefrótica: Na síndrome nefrótica e doenças renais semelhantes, a aférese ajuda a remover proteínas nocivas do sangue que causam danos aos rins. Essa abordagem auxilia no retardamento da progressão da doença e na preservação das funções renais.