Os fatores de risco para a doença de ELA podem ser examinados em várias categorias, incluindo predisposição genética, características demográficas e influências ambientais.

* Fatores Genéticos e Histórico Familiar: 5% a 10% dos casos de ELA são familiares, herdados dos pais. Nesses casos, mutações em genes como C9orf72, SOD1, TDP43, FUS e UBQLN2 desempenham um papel significativo no desenvolvimento da doença. Alterações nesses genes podem perturbar as funções celulares e levar à doença.

* Idade: O risco de ELA aumenta com a idade. A doença é diagnosticada com maior frequência em indivíduos entre 40 e 60 anos.

* Gênero: Antes dos 65 anos, a ELA é ligeiramente mais prevalente em homens do que em mulheres; no entanto, essa diferença de gênero desaparece após os 70 anos.

* Fatores Ambientais: Certos fatores ambientais são considerados como potenciais gatilhos para o desenvolvimento da ELA:
* Tabagismo: Este é um potencial fator de risco ambiental para a ELA. Observou-se que o risco é particularmente elevado entre mulheres pós-menopáusicas.
* Exposição a Toxinas: Embora alguns estudos sugiram uma possível ligação entre a exposição ocupacional ou doméstica a chumbo ou outras substâncias químicas e a ELA, uma associação positiva consistente entre a exposição a metais pesados e o risco de ELA ainda não foi definitivamente comprovada.
* Status Ocupacional: Pesquisas indicam um risco maior de ELA entre indivíduos que servem nas forças armadas. Embora as causas subjacentes exatas para isso não sejam totalmente compreendidas, fatores como exposição a metais/produtos químicos específicos, lesões traumáticas, infecções virais e esforço físico intenso são considerados como podendo desempenhar um papel.